Os fãs de Crepúsculo que forem ao cinema assistir a Drive Angry 3D este final de semana para apoiar Billy Burke vão se surpreender, já que o ator – que interpreta o calmo e com bigode, pai de Bella Swan, Kristen Stewart, nos filmes da Summit, A Saga Crepúsculo – demonstra sua ginga pelo Sul como um líder de culto Satânico cheio de sensualidade. Para simplificar, o personagem de Burke, o vilão, que se parece com Jim Jones + Jim Morrison, dá muito trabalho ao personagem de Nicolas Cage, e Burke está definitivamente muito diferente do chefe de polícia Charlie Swan.

A Movieline falou com Burke em Los Angeles sobre sua experiência como Jonah King, um adorador do demônio tão perverso que Nicolas Cage tem que sair do inferno para encontrá-lo, sua experiência filmando Drive Angry e Amanhecer em Louisiana, sua reunião com Catherine Hardwicke em Red Riding Hood.
É divertido vê-lo interpretar um pai policial desinformado em Crepúsculo e um líder de culto em Drive Angry. Você estava procurando se distanciar de Charlie Swan?
Eu não diria que estava buscando isso, mas posso dizer que assim que li o roteiro faria de tudo dentro da minha capacidade para trabalhar nesse filme. [Jonah King] foi o personagem que me ofereceram, e fazia tempo que eu só interpretava Charlie, mas… no começo da minha carreira eu interpretei muitos caras malvados e a maioria não era de um bom roteiro. Este era um roteiro tão bom e tinha tantas possibilidades que não podia esperar para colocar as mãos e ver o que poderia criar.
Jonah é um enigmático líder de culto com bastante estilo. Quais foram as suas influências e inspirações para criar esse personagem?
Eu pensei logo em Jim Jones, porque ele era o cara que eu pensava quando o assunto eram líderes de culto. Eu cresci nos anos 70 e 80 e me lembro de tudo, eu me lembro das filmagens de Jonestown e me lembro muito bem dele. Então queria usar um pouco disso. Mas Jim Jones era um nerd um pouco afeminado, e não queria isso, mas queria um pouco da sensualidade ambígua de tudo. Foi aí que entrou o toque de estrela do rock. Eu me inspirei em alguns roqueiros como Jim Morrison, Mick Jagger. Eu fui criando e misturando tudo, e esperava que desse tudo certo.
E aquele sotaque de matar?
O filme se passar em uma viagem pelo Sul, e é um pouco sobrenatural, então eu queria deixar um pouco daquela malicia sulista. Não estava no roteiro, fui eu quem criou. E Patrick [Lussier] concordou comigo.
Você cresceu vendo Nicolas Cage; foi divertido atuar com ele em um set assim?
Eu não consigo pensar em muitas profissões onde haja tantos heróis tangíveis, sabe? E não é como sonhar em ser bombeiro, por exemplo, que você pode trabalhar um dia com o seu específico bombeiro herói. Eu tive a oportunidade de trabalhar com o herói de muitas pessoas e me sinto muito grato.
Eu tenho certeza que você não receba tanta consideração por outros projetos, mas prefiro Rizzoli & Isles.
Sério? Certo! Não, as pessoas o mencionam o tempo todo. Eu me divirto muito trabalhando naquele programa, eu amo aquelas garotas. E todo a equipe – os criadores, os produtores do programa são todos ótimos. Se eu tiver a oportunidade de voltar esta temporada farei mais.
Estando envolvido em tantos projetos diferentes – filmes, TV, fraquias – você conseguiu criar uma sensação de família como parece ter com o elenco de Crepúsculo?
Com Crepúsculo, eu não sei – é estranho, não há nada que possa compará-lo. É reconfortante. É bom ver rostos familiares e voltar a curtir com, o que você queria chamar – aquela família – novamente. É legal.
Com Drive Angry 3D e Amanhecer você passou muito tempo em Louisana.
Muita coisa foi filmada lá. Eu pude conhecer Shreveport muito bem.
Ah, sim eu soube dos barcos por lá..
O que têm eles?


Taylor Handley disse que perdeu dinheiro nos cassinos dos barcos…


É. Eles tem uns barcos de jogos por lá. [Pausa] Eu estou conhecido por freqüentá-los algumas vezes.
Red Riding Hood é mais um de seus projetos ligados a Crepúsculo – ele te reúne com Catherine Hardwicke. Como você conseguiu trabalhar com ela novamente?
Não posso falar por ela, mas ela me chamou pessoalmente e me contou a idéia, e eu quis participar imediatamente. Sempre tive uma afinidade especial com Catherine e uma chance para fazer outro projeto completamente diferente com ela foi muito divertido. Eu interpreto um humilde lenhador. [risos] Se passar em uma vila, do tipo Chapeuzinho Vermelho, e eu também sou o pai da Chapeuzinho.


Ah, você e os pais!
Eu sei, porque eu sou o pai mais ingênuo de Hollywood agora. É loucura!
Nós gostaríamos de fazer uma brincadeira com você, se chama Minha Cena Favorita, na qual você escolhe uma cena de qualquer filme que te marcou.
Você não quer que eu interprete, quer?

Se te ajudar. Mas você que sabe.

Uma cena em particular… Deus, são tantas! Vamos para o meu filme favorito, A Fantástica Fábrica de Chocolate. Dá para escolher qualquer cena daquele filme e será uma das minhas favoritas. Mas qual é aquele momento? Não é a cena do elevador. Meu Deus, Gene Wilder está brilhante neste filme, e ele é um sabichão. Deus, eu não sei. Posso responder depois?



17:01
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